Um lápis, uma folha, rabiscos úmidos, à meia luz, à meia noite.
Tristeza, dor, prantos e cantos sordidos, solos de guitarra e cânticos melódicos. Breu, poeira, uma rasteira na capoeira, às 7 da manhã na segunda-feira.
A busca da luz seduz ao fim do túnel infinito.
De repente, um brilho na janela, uma noite sem estrelas, um dia sem sol,
um reluzir, em meio do túnel.
Uma borracha, duas canetas, belos sorrisos registrando belos momentos. Uma nova história. Ah! um sonho.
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