"Depois do estádo líquido noturno eu liquido a umidade e me solidifico na solidão assim como o sol que diariamente passeia sem companhia." (Ariel C. Ramos)
" Aprendi a ter apreço pela solidão a medida que me aprofundei no conhecimento das pessoas" (Ariel C. Ramos)
" Entre o amor e a amizade eu prefiro a amizade, já que o primeiro não se materializa e pode aparecer continuamente em vários lugares, um amigo quando se perde, não se encontra outro proporcionalmente igual em qualquer lugar" (Ariel C. Ramos)
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Eu... na primeira, segunda e terceira pessoa.
Eu aprendi a cultivar esse momentos nos quais fico com tristeza extrema, quando passo a ver tudo em preto e branco, com alegria fúnebre. Se a ostra só produz a pérola quando é provocada, esse momentos me provocam, eu faço um relatório de mim e uma análise completa, me retraio, me fecho em mim. Sempre que abrir a boca, usar a caneta ou os dedos, vou escrever algo destruidor, por isso prefiro sair de cena. me torno anti-social, determinado e pouco sorridente. Por favor pessoas que amo se afastem de mim, não quero nenhum de vocês juntos a mim no olho do furacão.
sábado, 27 de agosto de 2011
Meus "Eus"
Invariavelmente deparo-me a analisar minhas inconstâncias. Mudo frequentemente de estado emocional, a felicidade matutina fica rapidamente tonta com o movimento de rotação do planeta e cai antes do crepúsculo vespertino, à vontade coletiva diurna contrasta com a solidão noturna.
Com as palavras eu tenho minhas habilidades, mas, às vezes acabo armando o contra ataque para o adversário. A pessoa que ouviu as minhas mais doces palavras e a dona dos olhos que receberam borrifadas das minhas palavras mais apimentadas e duras.
Constantemente me afasto e me aproximo das pessoas , me arrependo e volto a falar tudo novamente. Corro, fujo e brigo com o amor e insistentemente me deparo a sua frente, o amor é recíproco comigo de forma contrária. E por isso sempre mantemos a mesma distância.
Talvez um dia, eu, o amor, as palavras e o estado emocional sejamos escalados no mesmo time, e espero que façamos juntos uma bela e infinita temporada
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Cronologia de palavras...
Um lápis, uma folha, rabiscos úmidos, à meia luz, à meia noite.
Tristeza, dor, prantos e cantos sordidos, solos de guitarra e cânticos melódicos. Breu, poeira, uma rasteira na capoeira, às 7 da manhã na segunda-feira.
A busca da luz seduz ao fim do túnel infinito.
De repente, um brilho na janela, uma noite sem estrelas, um dia sem sol,
um reluzir, em meio do túnel.
Uma borracha, duas canetas, belos sorrisos registrando belos momentos. Uma nova história. Ah! um sonho.
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